O que você vai ser quando crescer? Desde pequenos essa é uma das “inocentes” perguntas que nos assombram. O problema é que chega uma hora em que o sonho de ser astronauta, jogador de futebol ou estrela de Hollywood acaba, fazendo com que o adolescente tenha que tomar umas das decisões mais sérias de sua vida. Que o último ano do ensino médio é repleto de pressões, ansiedades e angústias para os jovens e para os pais não é novidade para ninguém. Contudo, essa é uma hora em que a “criança” vira jovem e a calma é um fator fundamental para ajudá-lo a escolher a profissão em que esse mais se adapte.
Pode até parecer clichê, mas a verdade é que o jovem tem que escolher o curso de acordo com as suas preferências e aptidões e os pais devem apenas instruí-los, e não influenciá-los. Médico? Educação Física? Fisioterapia? Engenheiro? Informática? É difícil mesmo escolher e o papel da família é muito importante neste momento, mas com equilíbrio. Os adolescentes que ingressam em cursos estipulados pelos pais contra sua real vocação vão ser profissionais infelizes para o resto de suas vidas. Portanto, papai e mamãe, acalmem-se e nada de pressionar!
Quando o adolescente já tem um ponto de partida, a pesquisa é um pouco mais fácil. Mas, o comum é que não tenha simplesmente a menor idéia do que fazer, o que acaba deixando-o mais nervoso. Portanto, aqui vão algumas dicas de como buscar um ponto de partida ou quem sabe até mesmo uma solução.
- Em primeiro lugar analise as matérias escolares que você mais se identifica. Assim fica mais fácil definir pelo menos uma área de atuação que você tenha mais aptidão.
- Pense em você. Se você é comunicativo, introspectivo, observador, argumentativo, enfim, desvende em você aquilo que você faz de melhor. Até mesmo seus defeitos podem lhe indicar um caminho.
- Hoje existe uma pluralidade de profissões no mercado. Entre na internet e pesquise todas as possibilidades.
- Converse com um orientador vocacional, profissionais do mercado e principalmente com seus pais. Quem sabe você não se inspira em algum deles?
- Visite as possíveis universidades e tenha sempre em mente que você não vai gostar de TODAS as disciplinas do curso escolhido.
- Imagine como você gostaria de ser no futuro. Imagine a si mesmo no trabalho, no lazer, na família. Essa idealização é fundamental.
Agora, como escolher uma profissão não é como seguir uma receita de bolo, pode ser que mesmo depois de todo esse processo nada tenha acontecido. Se esse for o caso, saiba que sua vida ainda está começando e você tem tempo para decidir o que quer ser quando “crescer”. Para os que já sabem o que fazer: boa sorte e bons estudos!